Coração de Jesus, cada dia mais Linda!!!

Estar em Coração de Jesus é estar no Paraíso!


Mais uma vez, Coração de Jesus demonstrou sua devoção ao padoeiro da cidade, "O Sagrado Coração de Jesus".
Lindos encontros religiosos aconteceram durante dos dias de festividade, culminando com uma belíssima procissão que reuniu todas as comunidades dos bairros, distritos, povoados e vilas, lotando assim o centro da cidade com milhares de pessoas ao encontro da PAZ.
Parabéns Corjesuenses!
"No coração de Jesus
Tenho tudo que eu quero
No coração de Jesus
Tenho a paz que eu preciso
Tenho o abrigo perfeito
Contra qualquer perigo
Tenho o apoio da mão
Do verdadeiro amigo"
(Roberto Carlos)

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DIA DO ESTUDANTE


11 DE AGOSTO - DIA DO ESTUDANTE.
Origem

No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife.

Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.
Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.
Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes.
Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.

Homenagem aos Estudantes

Se quiseres ser um verdadeiro estudante
Não aprenda só o superficial,
Pois o difícil pode se tornar barreira vencida.
Para aquele cujo momento chegou agora, nunca é tarde demais!
Aprender o ABC não basta, mas aprenda-o.
Procura na escola o que deseja para tua vida,
Pois ela te recolherá, orientará, dirigirá.
Confia nos teus mestres: eles não te decepcionarão.
Se não tens teto, cobre-te de saber,
De vontade, de garra.
Se tens frio, se tens fome,
Agarra-te ao livro: ele é uma boa arma para lutar.
Se te faltar coragem,
Não tenha vergonha de pedir ajuda.
Certamente haverá alguém para te estender a mão.
Sê leal, fraterno, amigo, forte!
Nunca te deixes ser fraco, desleal, covarde.
Pois tu, jovem estudante, tens que assumir o comando do teu país.
Respeitar para ser respeitado.
Valorizar para ser valorizado.
Espalhar amor para seres amado.
Não tenhas medo de fazer perguntas: toda a resposta terá sentido.
Não te deixes influenciar por pensamentos alheios ou palavras bonitas.
Tenha a tua própria linguagem (aperfeiçoa-te).
Quando te deparares com a injustiça, a impunidade, a corrupção, a falta de limites, o abuso de poder,
Pensa na existência de tudo o que te cerca.
Busca o teu ideal e lembra: um valor não se impõe, se constrói.
Não faça do teu colega, uma escada para subir.
Isto é imoral e a imoralidade não faz parte da tua lição.
É na Escola que se constrói um Cidadão!
Parabéns pelo seu dia!
Prof.Selma Galiza.

Veja a Indignação dos Educadores!


Mesmo com corte de pagamentos, ameaças de substituições, compra de anúncios divulgados pela imprensa, os professores do Estado de Minas Gerais decidiram permanecer em greve até que o governo negocie o piso salarial com a categoria.

Decisão do Governo do Estado de realizar contratações
A respeito da decisão do Governo do Estado que anunciou na tarde de hoje (09/08) a contratação de professores substitutos para o 3º ano do Ensino Médio, nossa posição é a seguinte: O direito de greve dos servidores públicos é legítimo, estando previsto constitucionalmente no artigo 9º da Constituição Federal de 1988: “é assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender”. A regulamentação deste direito foi estabelecida pela Lei Federal No. 7.783 de 28/06/89, por força da decisão proferida no Mandado de Injunção No. 708 do Supremo Tribunal Federal (STF).

Por isso, é vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos (art. 7º, § único da Lei 7.783/89). A ausência do trabalho por motivo de greve não pode ser confundida com falta injustificada, não podendo ocorrer punições pelo governo do Estado.

Art. 7º - Observadas as condições previstas nesta Lei, a participação em greve suspende o contrato de trabalho, devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.
Parágrafo único. É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos (...).


O Sind-UTE MG já recorreu à justiça e aguarda o pronunciamento do Poder Judiciário.


MPE inicia investigação para apurar impasse entre o Governo e Sindicato.

Até que enfim, não estamos a sós. Chega de abandono! Já estava na hora de alguém ouvir nossos apelos. Educação é coisa séria, e o professor não poderia continuar carregando todas as responsabilidades, enquanto Governo tira o corpo fora e ainda faz políticas com o pouco de bom que conseguimos fazer enfrentando grandes barreiras dentro das salas de aula super-lotadas, perseguições, violência, infra-estruturas precárias e salário de miséria.

Um verdadeiro descaso com o Educador e a Educação...

O Ministério Público Estadual abriu inquérito civil para apurar a real remuneração dos Servidores da Educação de Minas Gerais.

A investigação tem por objetivo esclarecer o ponto de impasse entre grevistas e governo e, a partir disso intermediar as negociações.

Em reunião dia 10/08 com a promotora, pais e alunos oficializaram pedido de intervenção do MPE pelo fim da greve.

Participaram da reunião a Coordenadora da Promotoria Estadual de Defesa da Educação do MPE, Maria Elmira Dick, o procurador-geral de Justiça Adjunto, Geraldo Vasques, além de diretores do Sind-UTE/MG e as secretárias de Estado da Educação, Ana Lúcia Gazolla e a de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena.

Todos os esclarecimentos foram feitos durante a reunião entre a promotoria, Sind-UTE, e secretária de Educação. O encontro foi ministrado pela promotora Maria Elmira do Amaral Dick.

Uma nova reunião foi agendada pela promotoria para o dia 16/08.



Educadores Mineiros continuam em Greve...


Ficou decidido, depois de assembleia realizada nesta terça-feira que a greve dos professores da rede estadual de Educação vai continuar até que seja possível entrar em um acordo com o Governo Anastasia.Quanto a contratação de professores para o 3º ano do ensino médio, medida ilegal adotada pelo governo Anastasia, o sind-UTE já entrou com recursos legais e aguarda a decisão judicial.Todos os sindicatos resolveram reunir-se com o sind-UTE nesta luta que agora diz respeito não só à Educação de Minas, mas à caracterização de Sindicatos em si.Uma reunião foi agendada para o dia 11/08/2011 em Brasília/DF para discutir os rumos que deverão tomar este impacto de trabalhadores da educação e Governo. Minas Gerais, mais uma vez avança na frente, mostrando para o Brasil e para o mundo que Educação é coisa séria e deverá ser tratada como tal.Parabéns professores grevistas, é na escola que se cria um Cidadão.
A greve já dura mais de 60 dias e a principal reclamação da categoria diz respeito ao piso salarial. Eles pedem o cumprimento da lei 7.738, que regulamenta o piso salarial.O impasse com a Secretaria da Educação se dá porque, para o Governo, o valor entendido como piso é de R$ 1.187 para uma jornada de 40 horas semanais.Para uma jornada de 24 horas semanais, portanto, eles receberiam R$ 1.122, o que o Governo considera ser um valor acima do piso nacional.
Para o sindicato, R$ 1.122 é o total da remuneração de profissional de ensino médio no estado, sendo que o vencimento básico é de R$ 369. O que os professores pedem é que o vencimento básico passe a ser de R$ 1.597.
A cada tentativa de repreensão feita pelo governo aos grevista, fortalece mais a greve.Muitas escolas que não aderiram à greve no primeiro semestre, fecharam suas portas em agosto, fortalecendo ainda mais o movimento e comprovando a indignação dos colegas educadores.

Segundo a secretaria, o governo vai acompanhar as negociações feitas pela categoria para definir as novas medidas para a solução do problema e auxílio aos estudantes. Muitos alunos reclamam que a paralisação prejudica o ano letivo e etapas importantes da formação, como o vestibular.

O Governo reiniciou as negociações com a categoria para discutirem sobre a adesão ao piso nacional dos educadores em Minas Gerais .Uma reunião com a secretária de planejamento Renata Villena e Beatriz Cerqueira, coordenadora do Sind-UTE acontecerá, com o objetivo de resolver estes impasses e colocar fim à greve. Conforme Dep. Rogério Correia, o governador teme abrir as contas do governo estadual para receber ajuda de custo do Gov. Federal e colocar em público que o mesmo não aplica a percentagem exigida no setor de educação e saúde.


A GREVE CONTINUA NA EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS, mesmo após o recesso de agosto/2011.

Educadores aguardam a fala de Beatriz Cerqueira nas escadarias da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Reunião dos Delegados representantes das subsedes de todas as regiões do Estado de Minas Gerais para discutirem e decidirem os movimentos e calendário da greve no mês de julho/2011.

A greve dos educadores de Minas Gerais continua por tempo indeterminado.
Foi decidido pela última assembléia, a continuidade da greve que inicou dia 8 de junho, considerado um dia histórico para o funcionalismo público de Minas Gerais.
Conforme estatísticas do Sind-UTE, mais de 60% das escolas de Minas Gerais estão de portas fechadas e continuarão após recesso de agosto, até que o governo negocie com a categoria.
"Fortalecer a greve para conquistar o piso e reconstruir nossa carreira" foi uma dos discursos mais comentados pelos educadores, uma vez que o governo de MG não paga o Piso Salarial Nacional previsto pela Lei 11.738/08 e tem uma política de carreira que congela a vida do servidor e não lhe dá perspectiva de futuro.


A cada nova política remuneratória, o Governo Estadual descaracteriza o que o servidor conquistou de carreira e o recoloca no início da carreira.

Nesta última assembléia que lotou o pátio da Assembléia legislativa de Minas Gerais, percebia-se uma forte indignação dos educadores presentes, alunos e pais, com o descaso do governo perante a situação educacional do nosso estado.
É necessário lembrar que o governo de Minas Gerais somente apresentou a lei do subsídio porque a direção do Sind-UTE propôs o fim da greve de 2010 sem ter uma proposta concreta, o que foi uma grande traição a categoria mobilizada.


O governo conseguiu com a lei do subsídio, dividir ainda mais a categoria, entre os que possuem biênios, quiquênios, férias prêmio e os que não tem devido reforma administrativa do antigo governo. Divididos também entre os efetivos, efetivados e designados. E agora mantendo a lei do subsídio, mais uma facção foi criada pelo governo entre os educadores que ficaram também divididos entre os que estão nele e os que estão no plano de carreira antigo. Pior ainda, segundo fontes do próprio governo, os novos concursados serão enquadrados na lei do subsídio, sem nenhum direito ao plano de carreira.
As inscrições para este Concurso Público serão realizadas exclusivamente pela Internet, no
endereço eletrônico da FCC www.concursosfcc.com.br, no período de 10 horas do dia 20/09/2011,
às 14 horas do dia 19/10/2011, observado o horário de Brasília.

Podemos confiar neste governo?


Somente através da greve pode ser assegurado um piso de verdade e uma carreira única para todos os trabalhadores(as) em educação.

DESAFIOS À EDUCAÇÃO MINEIRA

Uma nova assembléia foi agendada para o dia 09/08/2011.
Local: Pátio da Assembléia Legislativa em Belo Horizonte/MG às 14:00 hs.
Aguardamos vocês lá.

GREVE DOS EDUCADORES DE MINAS GERAIS.



Greve em Minas Gerais.

Os servidores da rede estadual de educação de Minas Gerais entraram em greve por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações, dos 54 itens, o mais ressaltado é o piso nacional de R$ 1.597,87 para os professores de nível médio com carga horária de 24 horas por semana recomendado pela CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

O argumento usado pela Secretaria Estadual de Educação, é o de que o SindUte (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), calcula o piso de acordo com a CNTE e não de acordo com o MEC. Ainda segundo a secretaria, após a greve de 2010 o governo propôs o sistema de remuneração por subsídio. Com esse sistema, o valor básico para professores do nível médio chegou a R$ 1.822,00. A secretaria afirma ainda que após a greve de 2010, os professores receberam um aumento de 40%, com variação de 12% a 76%.

Acredite se quiser!



Desde a quarta-feira (8), 80% das escolas estaduais mineiras estão paradas, segundo o Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais). A secretaria de educação ainda não tem estimativas do alcance do movimento. Os trabalhadores exigem o pagamento do piso salarial nacional e se recusam a aceitar o subsídio oferecido pelo governo desde o início do ano como parte desse valor. No total, a rede mineira tem cerca de 2,4 milhões de alunos em 4,5 mil escolas e 250 mil professores. Em Uberlândia ,no triângulo Mineiro, certa de 500 professores participaram de uma assembléia na praça Tubal Vilela da Silva (fotos). A escola Estadual Bueno Brandão, ao lado da praça Tubal Vilela da Silva está sem aula desde o dia 08 de junho. Alunos das Escolas Públicas em apoio aos professores também participaram da assembléias dos professores

Pelo menos oito Estados brasileiros enfrentam greve de professores em redes municipais ou estaduais. São eles: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e Ceará. A porcentagem de escolas paradas varia por Estado e chega a até 70%, no caso da rede estadual de Santa Catarina e no Centro Paula Souza, de ensino técnico, em São Paulo.

A maior parte dos grevistas luta pela adoção de piso salarial estabelecido pelo governo federal, de R$ 1.187,14 por 40 horas trabalhadas, que é o "vencimento básico" da categoria. Ou seja, gratificações e outros extras não entram na conta.

Greve em São Paulo

Segundo o Sinteps (Sindicato de Trabalhadores do Centro Paula Souza), 70% dos professores e funcionários das Fatecs (Faculdades de Tecnologia) e Etecs (Escolas Técnicas) estão em greve desde o dia 13 de maio. No total, são 12.475 mil docentes, 250 mil alunos e 249 instituições. Eles pedem reajuste salarial de 56,90% para os docentes e de 71,79% para os funcionários técnico-administrativos. Na segunda-feira (13), os grevistas vão se reunir em assembléia geral para decidir os próximos passos do movimento.

Greve no Rio de Janeiro

Na terça-feira (7), foi decidida a greve por reajuste emergencial de 26% e o descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos da rede estadual, entre outras reivindicações. O Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) fala em 65% das escolas paralisadas, enquanto a Secretaria de Estado de Educação diz que apenas 2% dos professores estão fora das aulas. No total, são cerca de 1,2 milhão de alunos nas 1.652 escolas fluminenses, com 80 mil funcionários.

Greve em Santa Catarina

Cerca de 70% das 1.350 escolas estão sem aulas no Estado desde 18 de maio. O principal pedido é a implementação do piso salarial nacional de R$ 1.177. O governo do Estado encerrou as negociações com os professores em reunião nesta sexta-feira (10) e requisitou o fim da greve. O Sinte-SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina) diz que continuará com as reivindicações. No total, a rede conta com cerca de 40 mil professores e 250 mil alunos. Algumas redes municipais, como a de Tubarão, também estão paralisadas.

Greve no MT

Os professores da rede estadual de Mato Grosso estão em greve desde a última segunda-feira (6) por melhores salários. O movimento continua na próxima semana. A Seduc (Secretaria Estadual de Educação do Mato Grosso) estima que 40% das 724 escolas do Estado estejam paralisadas. Esse número, no entanto, é contestado pela secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, Vânia Miranda. De acordo com ela, cerca de 90 % das escolas estaduais aderiram ao movimento.

Eles reivindicam piso salarial único de R$ 1.312 para todos os trabalhadores em educação -- o piso nacional do professor, instituído por lei é de R$ 1.187 por 40 horas trabalhadas. A Seduc afirma que o aumento do piso salarial para todos os servidores é inviável.

Greve em Sergipe

Pelo menos 300 mil alunos da rede estadual de ensino de Sergipe estão sem aulas desde o início da greve de professores no dia 23 de maio. Em assembléia realizada nesta quinta-feira (9), a categoria se recusou a voltar ao trabalho. Os professores reivindicam reajuste salarial de 15,8%. As aulas foram interrompidas em mais de 90% das escolas e cerca de 13 mil professores aderiram ao movimento, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese). O governo não confirma a informação.

Greve no Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, a greve de professores da rede estadual completou 43 dias nesta sexta-feira (10). De acordo com a assessoria de comunicação do governo, das 710 escolas estaduais, 335 estão fechadas. A principal reivindicação dos professores é que seja feita a revisão de plano de carreira e equiparação salarial ao piso dos funcionários públicos estaduais, que é de R$ 2.550 em início de carreira, enquanto o dos professores é de R$ 937.

Greve no Ceará

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT-CE), ameaçou suspender o adiantamento de 40% do 13º salário dos professores da rede municipal para os profissionais que mantivessem a greve. A declaração foi dada a uma emissora de TV local sobre a paralisação chega nesta sexta-feira (10) a 45 dias. Ela também prometeu entrar na justiça para pedir a ilegalidade da greve.

De acordo com a secretária geral do sindicato, Ana Cristina Guilherme, cerca de 96% da categoria aderiu à greve. “Não houve avanço. Tivemos a informação que a prefeita tinha enviado um Projeto de Lei para a Câmara (dos vereadores) e adotava o piso de R$ 1.187 para o nível superior”. A defesa do sindicato é que o valor burlaria a Lei nº 11.738, que regulamenta a remuneração mínima e afirma que os trabalhadores em jornadas diferentes das 40h semanais devem ganhar salários "proporcionais" ao piso.

A E.E.Benício Prates, E.E.Cel.Francisco Ribeiro do município de Coração de Jesus, Minas Gerais, também já aderiram à greve.

QUANTO AOS COLEGAS QUE AINDA NÃO ADERIRAM...

AINDA É TEMPO, VEM SENTIR:

.A ENERGIA DA LUTA;

.A CERTEZA DO COMPROMISSO;

.A FORÇA DE UMA CATEGORIA QUE SE RESPEITA E SE FAZ RESPEITAR!!!

. ESTAMOS COM 70% DE ADESÃO EM TODA A SUBSEDE DE MONTES CLAROS.